Ácido hialurônico nas doenças da cartilagem

A aplicação intra-articular de ácido hialurônico em joelho (viscossuplementação) tem indicação nos casso de osteoartrite e condropatia.

A viscoelasticidade do líquido sinovial, da articulação afetada, deteriora-se devido à redução na concentração e no peso molecular do ácido hialurônico, um dos componentes fundamentais da matriz extracelular articular. Essa deficiência privará a articulação dos benéficos e necessários efeitos reológicos (efeitos anabolizantes e reguladores das respostas inflamatórias nas articulações) promovidas pelo ácido hialurônico fisiológico.

Viscossuplementação com ácido hialurônico
Viscossuplementação com ácido hialurônico

Osteoartrose

Na osteoartrose nos casos leves a moderados, podendo ser utilizado como primeira linha de tratamento, pelo efeito condroprotetor, além de analgésico.

Reduz a quantidade do uso de analgésicos, opoides, anti-inflamatórios não esteroidais e esteroidas, que podem gerar toxicidade significativa, principalmente em idosos.

Não tem de ser utilizado de maneira isolada, e sim associada a medidas farmacológicas e reabilitadoras as quais potencializam e prologam os efeitos benéficos da viscossuplementação.

Condropatia

Na condropatia patelofemoral nos graus 3 e 4, lembrando da necessidade de um programa de reabilitação associado a viscossuplementação.

A realização diminui a necessidade de analgésicos e anti-inflamatórios, promovendo melhora da qualidade de vida. Potencializa a reabilitação e redução do desgaste da cartilagem, sendo custo efetivo com relação ao tratamento habitual.

Referências:

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Joelho-Brasília
Joelho-Brasília

Dr. Márcio R. B. Silveira, criou a Clínica Salus Ortopedia e Fisioterapia em Brasília-DF, para atuar principalmente no tratamento de lesões de cartilagem, buscando sua reparação e transplante; lesões de menisco com sutura em crianças e reparo; rupturas ligamentares articulares e sua reconstrução biológica e prevenção; tratamento da artrose, com medidas medicamentosas e artroplastias; tendinites e rompimento de tendões provocadas tanto por atividades esportivas, como por alterações degenerativas; fraturas em idosos que apresentam ossos mais frágeis; e enfoque na reabilitação muscular e postural, através de protocolo exclusivo baseado na análise cinemática da marcha.

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